quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

  • CONVITE
     
    FILMAGENS DO TALK SHOW
     
    PROJETO

    Faça parte de um Time que tem história para contar e muito o que falar.

    Contamos com a sua presença para prestigiar os convidados e também fazer parte desse momento histórico do Movimento LGBTT, pois homens gays idosos, como tantos dizem, também são gostosos, saborosos e deliciosos.

    Contaremos com a presença da artista Lorna Washington e tantos outros que convidados espeeciais que  compartilharão suas trajetórias em meio século ou mais de vida.

    Inscrições abertas a partir das 14:00h, segunda-feira, 30/01/2011 na sede da ABIA

    Telefone 21-2223-1040

     
    Maiores informações e inscrições com: Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach
     
    Filmagens
    Direção: Vagner de Almeida
     
    DIA: 03 DE FEVREIRO DE 2012
    HORA: A PARTIR DAS 14:00H
    LOCAL: ABIA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA INTERDISCIPLINAR DE AIDS
                                  Avenida Presidente Vargas 446 - 13* andar, Centro – RJ
                                  Tel.: 21- 2223-1040
  • quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

    Carlos Nepopo e Celso Lorna Washington dois ícones  do cenário brasileiros - Foto: Vagner de Almeida

     Para Gays, Preconceito Torna Velhice Ainda Mais Difícil
    [DIEGO ZERBATO - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA]


    O preconceito e a falta de direitos civis, que são problemas para todas as idades, acentuam as consequências do envelhecimento para os homossexuais. Esse é o resultado de uma pesquisa feita pela ONG inglesa Stonewall com gays, lésbicas, bissexuais e heterossexuais maiores de 55 anos no Reino Unido.


    O estudo, divulgado em setembro, revela que 34% dos gays e bissexuais homens foram diagnosticados com depressão e 29% com ansiedade, o dobro em relação aos heterossexuais da mesma faixa etária. Nas mulheres, as diferenças entre os dois grupos são menores, mas os percentuais ainda são maiores entre as lésbicas (40% e 33% contra 33% e 26%).


    O número de homossexuais idosos que consomem drogas é quatro vezes maior que entre os heterossexuais (9% contra 2%), assim como é maior o consumo de álcool e cigarro.


    Mário Angelo/Folhapress/14.jun.09


    Homens na Parada do Orgulho Gay de São Paulo, em 2009. Preconceito dificulta vida idosa de homossexuais.


    De acordo com pessoas entrevistadas pela reportagem, a realidade é parecida no Brasil, apesar de não haver dados e pesquisa semelhante para comparar.


    "O gay velho é muito mal visto na sociedade, até entre os próprios gays", afirma o funcionário público Mário Tatsumoto, 50.


    "Aqui no Brasil, os homossexuais não saem mais de casa quando passam de 30. Na Europa, o que você vê na rua são os gays de 40 a 60 anos", concorda o baiano Antônio Almínio, 55, que mora em São Paulo há mais de 30 anos.


    DIFERENÇAS NA SAÚDE


    O preconceito em relação à orientação sexual acaba afetando a qualidade do atendimento público de saúde para esse grupo. Em 14% dos casos pesquisados no Reino Unido, os parceiros de homossexuais não puderam opinar sobre tratamentos para seu companheiro e 25% presenciaram algum tipo de discriminação pela orientação sexual.


    A pesquisa da ONG Stonewall também aponta que o atendimento em asilos e residências para idosos é feito por profissionais que não são treinados para lidar com gays, lésbicas e bissexuais.


    Uma das alternativas para tentar driblar o preconceito é criação de residências exclusivas para homossexuais, que já existem na Europa, nos Estados Unidos e na Argentina.


    "A criação desse tipo de casa é vista por muita gente como uma volta ao gueto, mas é uma oportunidade de socialização para os gays de baixa renda", afirma o técnico em informática Regis Cardoso, 52, criador do blog e do site "Grisalhos", que fala sobre saúde e relacionamentos com gays maduros.


    O escritor João Silvério Trevisan, 66, que deu auxílio a gays idosos em dificuldades financeiras e com problemas de saúde, critica esse tipo de iniciativa. "Por que, em vez de fazer asilos, a sociedade não pode criar grupos para ajudar esses gays da terceira idade?"


    Pesquisador do Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividades da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Fernando Pocahy, 40, diz que é preciso oferecer atendimento aos idosos de forma indiscriminada. Ele sugere a organização de residências coletivas entre grupos de amigos gays.


    "É uma alternativa para essas pessoas viverem melhor, construindo vínculos com seus pares, e envelhecerem juntos."

    Maiores informacões sobre o Projeto - Terceira Idade:Homossexualdiade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS, entrar em contato com Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach na ABIA - tel: 21- 22231040 / 81070109
    e-mails: vagner.de.almeida@gmail.com
                   juancarlos@abiaids.org.br
                   abia@abiaids.org.br 
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    terça-feira, 17 de janeiro de 2012

     Projeto Terceira Idade Homossexualidade e Prevenção do HIV 
    ABIA-Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS
    Avenida Presidente Vargas 446/13* andar - Centro - Rio de Janeiro
    Telefone: 21-2223-1040

    Participe!

    quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

    Criação `A 4 Mãos

    "Máscaras"

    Um filme de Vagner de Almeida

    Produção: ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS 

     Fundação Schorer

    Através da voz dos protagonistas, o filme documentário rompe silêncios sobre uma série de tabus relacionados à vida com HIV/AIDS e tem como objetivo estimular a reflexão e o debate franco e solidário com e entre soropositivos e soronegativos. 


    Durante uma oficina para elaboração de Máscaras na sede da ABIA, jovens homossexuais e idosos vivendo com HIV/AIDS compartilharam entre si suas vivências e experiências.

    Mais do que encobrir, a preparação das máscaras instiga um jogo de revelações, no qual questões como sexo seguro, família, estigma, uso de medicamentos, relacionamentos afetivos e conjugais, são discutidos sem pudor por quem vive na própria pele os desafios impostos pela homossexualidade, pelo HIV/AIDS e o sistema de saúde.


    O filme documentário entra em circuito nacional em março.


    Maiores informacões sobre o lançamento do filme entrar em contato com Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach na ABIA - tel: 21- 22231040 / 81070109
    e-mails: vagner.de.almeida@gmail.com
                   juancarlos@abiaids.org.br
                   abia@abiaids.org.br

    Gays idosos sofrem mais riscos de viverem solitariamente

    Gays idosos sofrem mais riscos de viverem solitariamente!

    Em levantamento da ONG Stonewall, ativistas alertam para os cuidados a serem tomados e preveem uma crise na saúde e moradia para essa população.

    Ben Summerskill: "Milhares de gays estão envelhecendo sem apoio de suas famílias e sentindo a falta de estrutura, que pessoas heterossexuais desfrutam."


    Homens e mulheres gays da Grã-Bretanha têm muito mais probabilidade de acabarem vivendo sozinhas, e têm menos contato com suas famílias ao longo da vida, do que as pessoas heterossexuais, segundo o inovador relatório, que levanta questões importantes sobre como a sociedade responde às suas necessidades.


    O relatório, o primeiro sobre o assunto, tem implicações para GPs, saúde e serviços sociais, num momento em que a população da Grã-Bretanha está ficando mais velha. Estima-se que há um milhão de lésbicas, gays e bissexuais na Grã-Bretanha, por volta dos 55 anos de idade.

    A pesquisa, encomendada pelo grupo Stonewall, descobriu que homens mais velhos, gays e bissexuais, têm até três vezes mais probabilidade de ficarem solteiros, em comparação com homens heterossexuais.


    Pouco mais de um quarto de gays e bissexuais, e metade das mulheres lésbicas e bissexuais têm filhos, em comparação com cerca de nove em cada 10 homens e mulheres heterossexuais. Eles também têm menos probabilidade de ver os membros de sua família biológica regularmente. Menos de um quarto das pessoas LGBTs veem seus familiares biológicos pelo menos uma vez por semana, em comparação com mais da metade das pessoas heterossexuais, de acordo com o levantamento feito com 1.050 heterossexuais e 1.036 pessoas LGBTs, com idade superior a 55 anos.


    "Esta pesquisa pioneira, confirma o que já sabíamos intuitivamente, que há centenas de milhares de gays e lésbicas envelhecendo sem a mesma estrutura e apoio familiar que muitas pessoas heterossexuais desfrutam", disse

    Ben Summerskill, presidente-executivo da Stonewall. "Muitas vezes, é porque suas famílias os deserdou apenas por conta de sua orientação sexual."

    A iminente perspectiva de solidão, é um tema recorrente entre os entrevistados do relatório. "Como gay, eu me sinto triste com as minhas perspectivas de encontrar conforto emocional e apoio", disse Michael, 60 anos, aos jornalistas.


    Paul, 59 anos, disse: "Minha homossexualidade me faz menos ligado a minha família biológica."


    As perspectivas de uma velhice solitária, é a explicação, segundo a pesquisa, do porque as pessoas LGBTs são consistentemente mais ansiosas, sobre o envelhecer, do que as pessoas heterossexuais.


    Com redes de apoio diminuídas, em comparação com seus pares heterossexuais, eles são mais propensos a confiar em serviços de apoio formal à medida que envelhecem. O relatório do grupo Stonewall, encontrou quase duas vezes mais chances dessas pessoa contarem com serviços externos, como clínicos gerais e serviços sociais, em comparação as pessoas heterossexuais. Mas muitos temem que os serviços não atendam às suas necessidades. Três em cada cinco não estão confiantes de que os serviços de apoio irão satisfazer as suas necessidades.


    Cerca de 72% das pessoas LGBTs disseram que estavam preocupadas com a perspectiva de necessitarem de cuidados mais tarde, em comparação com 62% de pessoas heterossexuais. Metade deles disseram que estavam preocupados com moradia em comparação com 39% das pessoas heterossexuais, enquanto 69% estavam preocupados com sua saúde em comparação com 59% de pessoas heterossexuais.


    Frank, 64 anos, disse: "Eu me preocupo em meu parceiro adoecer ou morrer, e de deixá-lo sozinho, se eu morrer primeiro."


    James, 55 anos, disse: "Ser gay e ficando mais velho é como não ser gay e ficar mais velho, no entanto, as dificuldades são maiores."


    Seus medos são agravados por seu estilo de vida. Os gays são muito mais propensos a beber álcool regularmente, tomar drogas e tem um histórico maior de problemas de saúde mental, do que as pessoas heterossexuais.


    Mas, apesar dessas preocupações, muitos se sentem desconfortáveis em revelar sua sexualidade para aqueles que trabalham nos órgãos de saúde pública e de setores de apoio. Quase metade disse que seria desconfortável ter um cuidador de pessoal em casa, e um terço se sentiria desconfortável tendo que sair e ter um cuidador pago.


    "Pela primeira vez, esta geração de gays idosos, mostram desejo de serem tratados com mais respeito por ambos os prestadores de serviços, públicos e comerciais", disse Summerskill.


    "Eles querem ser capazes de compartilhar um quarto num lar de idosos, ou de apoiar seus parceiros em estágio terminal, como qualquer outra pessoa."


    Summerskill expressa a preocupação de que, os sistemas de apoio da Grã-Bretanha falhem em reconhecer que nem todos os casais são iguais.


    ■ 40% dos gays e bissexuais masculinos, com mais de 55 anos, são solteiros, em comparação com 15% dos homens heterossexuais.


    ■ 41% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, vivem sozinhos, em comparação com 28% dos heterossexuais.


    ■ 8% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, veem os membros de suas famílias algumas vezes por semana, em comparação com 21% de pessoas heterossexuais.


    ■ 15% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 70 anos, trabalham, em comparação com 6% de pessoas heterossexuais.


    ■ 9% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, têm tomado drogas no último ano, em comparação com 2% de pessoas heterossexuais.
    Maiores informacões sobre o Projeto - Terceira Idade:Homossexualdiade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS, entrar em contato com Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach na ABIA - tel: 21- 22231040 / 81070109
    e-mails: vagner.de.almeida@gmail.com
                   juancarlos@abiaids.org.br
                   abia@abiaids.org.br



    
    

    quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

    Geração de Gays Idosos e seus enfrentamentos na sociedade moderna global!

    Foto: Vagner de Almeida - Rio de Janeiro 1* de Dezembro 2011

    Gays idosos sofrem mais riscos de viverem solitariamente 

    Em levantamento da ONG Stonewall, ativistas alertam para os cuidados a serem tomados e preveem uma crise na saúde e moradia para essa população.

    Ben Summerskill: "Milhares de gays estão envelhecendo sem apoio de suas famílias e sentindo a falta de estrutura, que pessoas heterossexuais desfrutam."


    Homens e mulheres gays da Grã-Bretanha têm muito mais probabilidade de acabarem vivendo sozinhas, e têm menos contato com suas famílias ao longo da vida, do que as pessoas heterossexuais, segundo o inovador relatório, que levanta questões importantes sobre como a sociedade responde às suas necessidades.


    O relatório, o primeiro sobre o assunto, tem implicações para GPs, saúde e serviços sociais, num momento em que a população da Grã-Bretanha está ficando mais velha. Estima-se que há um milhão de lésbicas, gays e bissexuais na Grã-Bretanha, por volta dos 55 anos de idade.

    A pesquisa, encomendada pelo grupo Stonewall, descobriu que homens mais velhos, gays e bissexuais, têm até três vezes mais probabilidade de ficarem solteiros, em comparação com homens heterossexuais.


    Pouco mais de um quarto de gays e bissexuais, e metade das mulheres lésbicas e bissexuais têm filhos, em comparação com cerca de nove em cada 10 homens e mulheres heterossexuais. Eles também têm menos probabilidade de ver os membros de sua família biológica regularmente. Menos de um quarto das pessoas LGBTs veem seus familiares biológicos pelo menos uma vez por semana, em comparação com mais da metade das pessoas heterossexuais, de acordo com o levantamento feito com 1.050 heterossexuais e 1.036 pessoas LGBTs, com idade superior a 55 anos.


    "Esta pesquisa pioneira, confirma o que já sabíamos intuitivamente, que há centenas de milhares de gays e lésbicas envelhecendo sem a mesma estrutura e apoio familiar que muitas pessoas heterossexuais desfrutam", disse
    Ben Summerskill, presidente-executivo da Stonewall. "Muitas vezes, é porque suas famílias os deserdou apenas por conta de sua orientação sexual."

    A iminente perspectiva de solidão, é um tema recorrente entre os entrevistados do relatório. "Como gay, eu me sinto triste com as minhas perspectivas de encontrar conforto emocional e apoio", disse Michael, 60 anos, aos jornalistas.


    Paul, 59 anos, disse: "Minha homossexualidade me faz menos ligado a minha família biológica."


    As perspectivas de uma velhice solitária, é a explicação, segundo a pesquisa, do porque as pessoas LGBTs são consistentemente mais ansiosas, sobre o envelhecer, do que as pessoas heterossexuais.


    Com redes de apoio diminuídas, em comparação com seus pares heterossexuais, eles são mais propensos a confiar em serviços de apoio formal à medida que envelhecem. O relatório do grupo Stonewall, encontrou quase duas vezes mais chances dessas pessoa contarem com serviços externos, como clínicos gerais e serviços sociais, em comparação as pessoas heterossexuais. Mas muitos temem que os serviços não atendam às suas necessidades. Três em cada cinco não estão confiantes de que os serviços de apoio irão satisfazer as suas necessidades.


    Cerca de 72% das pessoas LGBTs disseram que estavam preocupadas com a perspectiva de necessitarem de cuidados mais tarde, em comparação com 62% de pessoas heterossexuais. Metade deles disseram que estavam preocupados com moradia em comparação com 39% das pessoas heterossexuais, enquanto 69% estavam preocupados com sua saúde em comparação com 59% de pessoas heterossexuais.


    Frank, 64 anos, disse: "Eu me preocupo em meu parceiro adoecer ou morrer, e de deixá-lo sozinho, se eu morrer primeiro."


    James, 55 anos, disse: "Ser gay e ficando mais velho é como não ser gay e ficar mais velho, no entanto, as dificuldades são maiores."


    Seus medos são agravados por seu estilo de vida. Os gays são muito mais propensos a beber álcool regularmente, tomar drogas e tem um histórico maior de problemas de saúde mental, do que as pessoas heterossexuais.


    Mas, apesar dessas preocupações, muitos se sentem desconfortáveis em revelar sua sexualidade para aqueles que trabalham nos órgãos de saúde pública e de setores de apoio. Quase metade disse que seria desconfortável ter um cuidador de pessoal em casa, e um terço se sentiria desconfortável tendo que sair e ter um cuidador pago.


    "Pela primeira vez, esta geração de gays idosos, mostram desejo de serem tratados com mais respeito por ambos os prestadores de serviços, públicos e comerciais", disse Summerskill.


    "Eles querem ser capazes de compartilhar um quarto num lar de idosos, ou de apoiar seus parceiros em estágio terminal, como qualquer outra pessoa."


    Summerskill expressa a preocupação de que, os sistemas de apoio da Grã-Bretanha falhem em reconhecer que nem todos os casais são iguais.


    ■ 40% dos gays e bissexuais masculinos, com mais de 55 anos, são solteiros, em comparação com 15% dos homens heterossexuais.


    ■ 41% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, vivem sozinhos, em comparação com 28% dos heterossexuais.


    ■ 8% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, veem os membros de suas famílias algumas vezes por semana, em comparação com 21% de pessoas heterossexuais.


    ■ 15% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 70 anos, trabalham, em comparação com 6% de pessoas heterossexuais.


    ■ 9% das lésbicas, gays e bissexuais com mais de 55 anos, têm tomado drogas no último ano, em comparação com 2% de pessoas heterossexuais.
    Maiores informacões sobre o Projeto - Terceira Idade:Homossexualdiade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS, entrar em contato com Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach na ABIA - tel: 21- 22231040 / 81070109
    e-mails: vagner.de.almeida@gmail.com
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                   abia@abiaids.org.br

     

    segunda-feira, 14 de novembro de 2011

    Quando nos apercebemos do sentido da vida, metade dela já passou!

     Quando nos apercebemos do sentido da vida, metade dela já passou!
    Aprecie a viagem; não há bilhete de volta!


    Por: George Carlin sobre envelhecer
     


    Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se Você tem menos de 10 anos, Você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.

    Quantos anos Você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!

    Quando Você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?'

    'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vou fazer 16 porra!


    E aí chega o maior dia da sua vida!  Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

    Mas então Você , 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz Você soar como leite estragado! Êle 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora.  Não tem mais graça agora, Você é apenas um bolo azedo. O que está errado?  O que mudou?

    Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, aí Você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, Você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram..

    Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!

    Assim, Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.

    Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª.. feira!'

    Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; Você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; Você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, V. começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'


    Aí acontece uma coisa estranha. Se Você passa dos 100, Você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio!'

    Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!

    COMO PERMANECER JOVEM

    Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que Você os paga.

    Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas, os que só reclamam da vida só deprimem.

    Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo. Trabalhe, estude! E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.

    Aprecie as coisas simples.

    Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.

    Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante.  As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.

    Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for.  Seu lar é seu refúgio.

    Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que Você possa fazer, peça ajuda.

    Não 'viaje' às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde Você tiver enterrado as suas culpas.

    Diga às pessoas a quem Você ama que Você as ama, a cada oportunidade.

    E LEMBRE-SE SEMPRE:

    A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.

    A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando: "PUTA MERDA, QUE VIAGEM! VIVI MUITO E MUITO BEM"  
     
     VIVA SIMPLESMENTE, AME GENEROSAMENTE, IMPORTE-SE PROFUNDAMENTE, FALE GENTILMENTE, DEIXE O RESTO PARA DEUS.


    Maiores informacões sobre o Projeto - Terceira Idade:Homossexualdiade e Prevenção das DSTs/HIV/AIDS, entrar em contato com Vagner de Almeida e Juan Carlos Raxach na ABIA - tel: 21- 22231040 / 81070109
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